É preciso enxergar o fascismo além do “Fascista!”

“Passar do jogo acusatório que aponta “fascista!” e ir para a identificação do fascismo eterno parece ser um passo fundamental”, diz Rodrigo Toniol. “Afinal, nessa disputa o problema não é o jogador, mas o jogo que estamos tendo que jogar.” A análise de Rodrigo Toniol, em uma publicação do Estado da Arte com o projeto Bolsonarismo: o Novo Fascismo Brasileiro, do Labô/PUC-SP.

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Antimodernos: da contrarrevolução ao sublime

No segundo ensaio consagrado aos “antimodernos”, o crítico Fabrício Tavares de Moraes analisa os topoi definidores desses legítimos filhos da modernidade.

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Passa a régua

Uma sociedade que precisa a cada polêmica retornar às perguntas mais elementares não possui nem história, nem transmissão. É uma sociedade que precisa refundar a si mesma a cada geração.

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