É preciso enxergar o fascismo além do “Fascista!”

“Passar do jogo acusatório que aponta “fascista!” e ir para a identificação do fascismo eterno parece ser um passo fundamental”, diz Rodrigo Toniol. “Afinal, nessa disputa o problema não é o jogador, mas o jogo que estamos tendo que jogar.” A análise de Rodrigo Toniol, em uma publicação do Estado da Arte com o projeto Bolsonarismo: o Novo Fascismo Brasileiro, do Labô/PUC-SP.

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A raiva e a desobediência civil – ou sobre paixões e interesses

“Raiva, indignação ou ódio sempre estiveram impregnados nas formas de mobilização política. O problema — aliás, fundamentalmente filosófico — é que nem sempre eles carregam em si mesmo os critérios de legitimidade moral. A régua sobre a legitimidade moral dos afetos é uma disputa, e os discursos que se arrogam a falar em nome do “povo” correm o risco de conter traços proto- ou escancaradamente fascistas.” É a análise de Filipe Campello, em uma publicação do Estado da Arte com o projeto Bolsonarismo: o Novo Fascismo Brasileiro, do Labô/PUC-SP.

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A demência presidencial e a Constituição – no Brasil e nos EUA

“Diante da história brasileira, inclusive a contemporânea, não seria má ideia se os congressistas aprovassem uma versão brasileira da Vigésima Quinta Emenda à Constituição dos EUA, pois os cidadãos de uma República não podem ser passageiros de um piloto enlouquecido.” Cássio Casagrande escreve sobre a demência presidencial e a Constituição – no Brasil e nos EUA.

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Blaise Pascal e o pessimismo político

Do ponto de vista de Pascal, é um erro acreditar que os Estados surgiram como uma decorrência espontânea de nossa pretensa sociabilidade — como quer Grotius — ou, ainda, como o fruto de um pacto voluntário e racional celebrado por um grupo de indivíduos – como gostaria Hobbes. Desmistifiquemos a origem dos corpos políticos: os Estados são filhos do combate, da conquista e da consequente subjugação dos vencidos.

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A Crise: “Sendo verdade o que disse Moro, há várias obstruções — inclusive dele mesmo”, diz Lenio Streck

“Moro não era dito, desde o início, o grande “avalista” do governo? Agora o ex-ministro acusa o Presidente de pressioná-lo, tentando interferir (afinal, tentou ou interferiu?) em questões familiares? Só agora? Demorou, não? O que teria acontecido a mais, além do que falou na sua despedida?”‘

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LIVRES: Liberalismo, pandemia e o “Estado Mínimo”

A tradição liberal sempre defendeu a manutenção de um governo forte e atuante naquilo que devem ser as suas atribuições fundamentais, saúde, educação e justiça. Podemos discordar nos mecanismos utilizados para atingir esse fim, mas de Locke a Friedman, é pouco provável que um olhar atento nos fará ver uma repulsa pela existência de governos institucionalmente fortalecidos.

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