A obra de Reinhart Koselleck como antídoto à vergonha

Pode ou deve uma experiência particular mudar o modo como cada um de nós enxerga a História? Seja como for, e a partir da obra de Reinhart Koselleck, Vinícius Müller argumenta que “aquilo que aconteceu deve ser indissociável da honestidade de nossos métodos, todos eles contaminados pelos nossos julgamentos”; aquilo que define o nosso modo de contar a História, assim como os próprios elementos que ocorreram na História, só podem ser compreendidos se vistos em seus tempos diferentes”. Afinal, “o reconhecimento de que a História é feita a partir de nossos julgamentos não nos livra da busca pela reconstrução da verdade daquilo que aconteceu.”

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A História em chamas é o fracasso do futuro

Como devemos encarar as narrativas históricas que antecipam o fim, no futuro, de algo conquistado no passado? De Francis Fukuyama a Steven Levitsky, não são poucos os exemplos contemporâneos. Vinícius Müller vai mais fundo na questão.

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Poder de Deus e Poder do Rei: Mark Lilla e sua ‘teologia política’

Mark Lilla, um dos mais prestigiados intelectuais americanos da atualidade, vem ao Brasil em novembro próximo para o Fronteiras do Pensamento, e o Estado da Arte dá início a uma série de publicações sobre sua obra. Vinícius Müller, do Insper, abre este especial com três ensaios consagrados aos livros de Lilla.

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