Ciência e irracionalidade

“O papel da irracionalidade, lembremos, a verdadeira inimiga da ciência, não é apenas negar as medidas protetivas e as vacinas, mas um conjunto mais amplo de elementos básicos.” Por Claudemir Roque Tossato, professor de Filosofia da Ciência na Unifesp, um ensaio sobre ciência e irracionalidade; afinal, “no caso da pandemia da Covid-19, é fundamental saber se nossas crenças e atitudes carregam um grau satisfatório de racionalidade ou se acabaremos agindo mais por paixões e crenças sem respaldo racional”.

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Os sentidos da justiça em Aristóteles

Para o Prof. Denis Coitinho, talvez seja possível apontar na teoria da justiça em Aristóteles uma certa complementaridade entre uma ética das virtudes e uma ética dos princípios. Ao invés da batalha final entre os partidários das virtudes e os partidários dos princípios, teríamos um armistício, vislumbrando um possível foedus pacificum.

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De quem são as Forças Armadas?

“A falta de aprimoramento intelectual de Bolsonaro e dos fardados por ele abrigados em cargos de confiança fica ainda mais evidente quando cotejada com um militar francês que, a partir da patente de capitão — obtida por mérito, não por acordo — transitou com sucesso do Exército para a política.” Jair Bolsonaro e Charles de Gaulle, por José Eduardo Faria.

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Mentalizações e interações sociais comunicativas: representacionais?

“Uma das perguntas fundamentais da filosofia da linguagem é a de se o significado de frases que comunicamos socialmente e que vêm acompanhadas por mentalizações — processos mentais conscientes de primeira pessoa acerca de seus próprios estados mentais — são espécies de representações, e, se forem, que tipo de representações são. Seria tarefa do filósofo da linguagem descobrir evidências empíricas para os fenômenos semânticos? Ou será sua tarefa explicar o fenômeno do significado de palavras e frases, em princípio inescrutável por mera observação, inferindo de outros fenômenos, esses, sim, observáveis?” Leia o ensaio da Prof. Sofia Stein sobre Mentalizações e interações sociais comunicativas.

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O cinema de Joaquim Pedro – Parte 2 Macunaíma, que o Brasil engoliu

A primeira e, talvez, principal inventividade de Joaquim Pedro ao adaptar o livro, foi entender que o seu formato de rapsódia permitia-lhe desenvolver esquetes a partir de um tema central, com variações e abrindo a possibilidade narrativa de comentar de forma crítica o livro e a própria abordagem cinematográfica.

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